Baby Roger

Setembro Amarelo: Depressão Pós-Parto

24/09/2019

Setembro Amarelo: Depressão Pós-Parto

Os meses após o nascimento do Bebê exigem atenção de quem convive com a mulher, pois a depressão pós-parto é mais comum do que se imagina e é também um dos fatores de risco para o suicídio materno. Esse é um assunto preocupante e gostaríamos de deixar um alerta sobre isso nesse Setembro Amarelo.

Conheça os sinais e aprenda a cuidar da saúde mental da mulher desde a gravidez:

  • Tristeza excessiva;
  • Falta ou excesso de apetite;
  • Falta de disposição;
  • Insônia ou sono excessivo;
  • Desinteresse sexual;
  • Perder interesse em coisas que gostava antes;
  • Alterações de humor;
  • Angústia;
  • Ansiedade elevada;
  • Deixar de ver sentido nas coisas;
  • Choro constante;
  • Tirar a prioridade de si e dedicar-se só aos outros, em especial ao bebê;
  • Excesso de preocupação com o Bebê;
  • Medo constante de tudo;
  • Incapacidade de cuidar do Bebê;
  • Dificuldade de conexão afetiva com o Bebê;
  • Sentimento de que não se reconhece mais;
  • Vontade extrema de prejudicar/fazer mal ao bebê, a si mesma ou a qualquer pessoa;
  • Alucinações que podem ser visuais, auditivas ou olfativas;
  • Pensamentos delirantes e irreais.

 

Essas características podem provocar culpa na mulher, pois somos “treinados” a encarar a maternidade de outra forma, e esses sentimentos começam a não fazer sentido para a realidade dessa mulher, e se não tratados, podem gerar piora, fazendo com que ela passe a ter pensamentos de morte/suicídio, ou então, pensamentos os quais ela subitamente se imagina fazendo algo ao filho e isso a apavora. Além de causar grande sofrimento à mulher, essa doença, como qualquer outra, impacta diretamente na vida de toda a família e pode causar danos permanentes.

 

É muito importante que a mulher, ou então, a família procure ajuda de um profissional especializado e ofereça à mulher um espaço de fala, onde ela possa expressar o que está sentindo sem ser julgada por isso e diga quais são suas dificuldades e preocupações.

Hoje em dia, para combater e prevenir esse tipo de doença existe o pré-natal psicológico, que funciona como uma forma de preparação da mulher grávida, onde os especialistas mostram que diferente do que se acredita, nem todas as mulheres nascem sabendo como ser mães, inclusive a maioria não tem noção do que farão e precisam aprender e está tudo bem com isso. Mostrar para essa mulher que ela não é a única nessa situação e fazer com que ela entenda que não estará sozinha e aprenderá tudo que precisa para cuidar da melhor forma de seu Bebê ajuda a aliviar a pressão que ela fará nela mesma quando o momento do parto chegar.

 

Lembrando que essa doença não é exclusividade apenas da mulher, por mais que seja uma minoria, também pode atingir ao homem (pai), e procurar ajuda de especialistas e pessoas próximas é fundamental para que o problema não leve ao suicídio, tema central da Campanha do Setembro Amarelo.

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