Dicas

Gripes e resfriados

06/05/2013

Estamos na estação do ano onde a procura pelos serviços de pediatria (pronto-socorros, ambulatórios e consultórios) aumenta consideravelmente. Isso ocorre principalmente devido às infecções agudas do trato respiratório.

As infecções do trato respiratório podem ser divididas em: infecções de vias aéreas superiores (IVAS) e de vias aéreas inferiores (IVAI).

As IVAS compreendem os casos de: resfriados comuns, faringites, amigdalites, sinusites , entre outros. As crianças até cinco anos comumente apresentam entre 5 a 8 episódios de IVAS durante o ano. Geralmente são,quadros benignos, causados por um vírus, de resolução espontânea.

As IVAI compreendem os casos de:bronquites,pneumonias, bronquiolites, entre outros. Esses quadros requerem mais atenção devido à sua maior gravidade.

Aproveitando a campanha nacional de vacinação contra a gripe (vírus Influenza) do Ministério da Saúde que teve início no último dia 15, falaremos esta semana sobre gripes e resfriados.

Os resfriados são quadros que podem ser causados por vários tipos de vírus, sendo o mais comum deles o rinovírus. Se caracterizam por coriza, espirros, obstrução nasal, tosse pouco produtiva, febre geralmente baixa ou moderada, dor no corpo e diminuição do apetite. O tratamento consiste em aliviar os sintomas usando antitérmicos,ingestão abundante de líquidos,lavagem do nariz com soro fisiológico. Caso a criança apresente piora dos sintomas (febre prolongada ou elevada, dificuldade para respirar, chiado no peito, prostração,e no caso dos bebês a recusa das mamadas) procure o seu pediatra para que ele possa avaliar adequadamente.

A gripe é causada pelo vírus influenza que pode apresentar vários subtipos e geralmente causam epidemias. A mais recente foi a causada pelo influenza A subtipo H1N1 que ficou conhecida como gripe suína . A gripe apresenta maior potencial de gravidade, os sintomas são mais intensos, com febre mais alta e maior prostração. Além dos cuidados gerais e do uso de medicação antitérmica ,muitas vezes utiliza-se antibioticoterapia devido às complicações bacterianas associadas. Em casos confirmados ou de grande suspeita, deve-se empregar a medicação antiviral específica.

Por: Drª Beatriz Helena Cavalcante de Faria

CRM: 85000

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